Partido Pacífico Angolano vai recorrer ao Tribunal para exigir transparência no anúncio da INDRA como vencedora do concurso realizado pela CNE

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O Partido Pacífico Angolano (PPA) vai recorrer ao Tribunal Constitucional para exigir transparência dos procedimentos que deram vitória à INDRA como a vencedora do concurso realizado pela Comissão Nacional Eleitoral.


POR KAMALUVIDI BALTAZAR

A garantia foi dada pelo presidente do PPA, Eduardo Garcia, quando falava em conferência de imprensa realizada nesta quarta-feira, 18 de Março, que teve como objectivo apresentar o posicionamento do Partido depois da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) declarar a empresa espanhola como a vendedora do concurso para gerir as eleições gerais de 2027.

Eduardo Garcia afirmou existir um favoritismo e interesses de certos políticos na contratação da INDRA em função dos resultados divulgados nas eleições gerais de 2022, alegando não serem credíveis por supostamente beneficiarem o Partido que actualmente sustenta o Governo.

Aos jornalistas, Eduardo Garcia adiantou que os resultados das próximas eleições podem não ser diferentes pelo facto da Comissão Nacional Eleitoral não deixar ver o que está por detrás.

Recentemente, recorde-se, o porta-voz da CNE, Manuel Camaty, anunciou a INDRA como a vendedora das quatro empresas que participaram no concurso, uma questão que nos últimos dias tem sido refutada pela oposição e sociedade civil angolana por ser a única a vencer eleições de 2008, 2012, 2017 e 2022, respectivamente.


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