Homens do SIC caçam associação que fazia falsas promessas de emprego

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Foi desmantelada uma associação acusada de usurpação de funções, uso ilegítimo de designação e falsas promessas de emprego. A detenção ocorreu no bairro Boa Fé, município dos Mulenvos, em Luanda.


POR KAMALUVIDI BALTAZAR

A operação foi realizada pelo Serviço de Investigação Criminal em coordenação com a Polícia Nacional e outros órgãos de Defesa e Segurança Nacional.

A associação autodenominada “Força de Intervenção Comunitária (FIC)” fazia o uso ilegítimo de uniformes similares aos das forças de Defesa e Segurança, defraudando mais de 5 mil cidadãos com falsas promessas de ingresso ao Serviço de Protecção Civil e Bombeiros.

De acordo com os dados avançados, foram detidos 60 cidadãos, incluindo líderes do grupo flagrados a realizar uma formatura clandestina à céu aberto no local onde as aulas eram ministradas.

O grupo era composto por mais de 5 mil membros a nível nacional, sendo que 1.800 em Luanda, cuja inscrição custava 5 mil kwanzas e a quota dois mil kwanzas/mês.

Cidadã identificada por Dorotéia Domingos Correia Canhongo era a que se apresentava como comissária-chefe e a presidente da FIC, coadjuvada por sua filha, Eliana Dorotéia Canhongo, ocupando o cargo de directora de RH. Integravam igualmente a liderança Carlos Augusto de Almeida Pascoal, comissário-adjunto e o vice-presidente; e Edgar Canhongo António, com posição de superintendente-chefe.

“Os cidadãos ora detidos serão encaminhados ao Ministério Público para os devidos trâmites legais. O SIC apela à população para denunciar a existência de grupos que se façam passar por instituições do Estado, de modo a preservar a ordem, tranquilidade e segurança públicas”, lê-se na mesma nota.


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