A UNITA e a intolerância que lhe é característica

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Logo após a aceitação de Luís de Castro, jovem presidente do Partido Liberal, ao convite de Adalberto Costa Júnior para um debate entre candidatos às eleições de 2027, surgiram ataques nas redes sociais protagonizados por militantes da UNITA.


REDAÇÃO FD

A incongruência da UNITA consubstancia-se no facto de ser a mesma força política que hoje ataca um jovem que decidiu trilhar um caminho diferente, com a sua própria força política, e que, em 2022, o convidou a integrar a sua lista de deputados. Por outro lado, é igualmente a UNITA que se aproxima de figuras historicamente ligadas ao MPLA, como o general Pakas, e que chegou a apoiar a candidatura de Higino Carneiro. Todo este enredo permite vislumbrar uma única realidade: a UNITA está, de facto, melindrada com o crescimento exponencial de Luís de Castro e do seu partido político.

A UNITA já demonstrou não ser um partido com verdadeira vocação para governar. A prática recorrente de caça às bruxas e a falta de abertura ao debate de ideias divergentes revelam uma organização excessivamente voltada para o ataque pessoal e para o revanchismo político. Entretanto, do outro lado, vislumbra-se a postura serena de Luís de Castro, que opta por não responder a ataques, privilegiando o debate de ideias e a elevação do discurso político.


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