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	Comentários sobre: MAKAS NO ISKA: Cubanos abandonam Kangonjo depois de Manico Henda e sua esposa negar políticas que visavam dar ensino de qualidade aos estudantes	</title>
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		Por: Nuno Tiago		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2025 12:45:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É uma situação conjuntural das IES privadas em Angola, onde os PCA têm feito interpretação eronea do Decreto 310/20 que define as competências da Gestão Singular e respectivos órgãos e as competências de Gestão Financeira. A realidade, deve-se melhorar muito as políticas educação para um ensino de rigor, qualidade e excelência nas IES Privadas, bem como, melhorar as condições de trabalho e dos míseros salários que as mesmas pagam aos PTA (Pessoal Técnico Administrativo) e, a fórmula de pagamento da hora lectivo por Professores. Mas, desta vez, Avaliação Externa levado a cabo, pelo INAARES através do seu órgão de Tutela, o MESCT I (ministério do ensino superior, ciências, tecnologias e inovação) traz uma série de exigências para a avaliação e continuidade dos cursos ministrados pelas IES privadas e públicas que não terão escapatória. Basta ver o processo de provas públicas para o provimento de categoria de professor do ensino superior, exigirá destas IES mais quais qualidade de ensino e pagar os salários dos professores pelas respectivas categorias. Receio que, muitas das IES venham a fechar e transformarem-se em parques de diversões.
Portanto, existe uma interdependência entra a Gestão Singular de uma IES homologado pelo MESCTI e a Gestão Financeira dos PCA. Logo, os Reitores  das Universidades e os Presidente dos de IES politécnicas gozam de autonomia estutaria. Por que os PCS continuam não intender? Sempre que um PCA no âmbito das suas competências homologado que um ente externo com grau académico de Professor Doutor (Ph.D.) e com a categoria de Professor catedrático, faz jus ao Decreto 310. Se as IES privadas em Angola, não criar projectos pedagógicos de facto e,  estarem sempre alinhadas na lógica da visão capitalista, estás perderão a visão,  missão e os valores para as quais foram criadas. Como resultado perderão excelente profissional e pessoal técnico administrativo. Reparem que a profissão do professor tornou mais liberal que estes garantem as aprendizagens naquelas IES que valoriza mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É uma situação conjuntural das IES privadas em Angola, onde os PCA têm feito interpretação eronea do Decreto 310/20 que define as competências da Gestão Singular e respectivos órgãos e as competências de Gestão Financeira. A realidade, deve-se melhorar muito as políticas educação para um ensino de rigor, qualidade e excelência nas IES Privadas, bem como, melhorar as condições de trabalho e dos míseros salários que as mesmas pagam aos PTA (Pessoal Técnico Administrativo) e, a fórmula de pagamento da hora lectivo por Professores. Mas, desta vez, Avaliação Externa levado a cabo, pelo INAARES através do seu órgão de Tutela, o MESCT I (ministério do ensino superior, ciências, tecnologias e inovação) traz uma série de exigências para a avaliação e continuidade dos cursos ministrados pelas IES privadas e públicas que não terão escapatória. Basta ver o processo de provas públicas para o provimento de categoria de professor do ensino superior, exigirá destas IES mais quais qualidade de ensino e pagar os salários dos professores pelas respectivas categorias. Receio que, muitas das IES venham a fechar e transformarem-se em parques de diversões.<br />
Portanto, existe uma interdependência entra a Gestão Singular de uma IES homologado pelo MESCTI e a Gestão Financeira dos PCA. Logo, os Reitores  das Universidades e os Presidente dos de IES politécnicas gozam de autonomia estutaria. Por que os PCS continuam não intender? Sempre que um PCA no âmbito das suas competências homologado que um ente externo com grau académico de Professor Doutor (Ph.D.) e com a categoria de Professor catedrático, faz jus ao Decreto 310. Se as IES privadas em Angola, não criar projectos pedagógicos de facto e,  estarem sempre alinhadas na lógica da visão capitalista, estás perderão a visão,  missão e os valores para as quais foram criadas. Como resultado perderão excelente profissional e pessoal técnico administrativo. Reparem que a profissão do professor tornou mais liberal que estes garantem as aprendizagens naquelas IES que valoriza mais.</p>
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