ELES LITIGAM PARA DEPOIS VENDER: Falsos camponeses são usados para invadir reservas fundiárias do Estado no perímetro do Kilamba

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Dois responsáveis ligados à Administração Municipal do Kilamba e ao Instituto Nacional de Habitação, INH, denunciaram esta quarta-feira, 22 de Julho, a existência de um grupo de invasores que recruta idosos, sobretudo mulheres, para ocupar terrenos sob gestão de instituições públicas.


POR ISIDRO KANGANDJO

Segundo as fontes, os visados são motivados por promessas financeiras feitas por particulares interessados no espaço, porque, segundo conta, muitos deles encontraram essa via para sobreviverem.

“É do conhecimento de todos que as terras adjacentes à Centralidade do Kilamba constituem reserva fundiária do Estado. Quem quiser um espaço deve cumprir os procedimentos administrativos. O que estamos a constatar é a ação de um grupo de falsos camponeses, conhecidos como invasores, que mancham o bom nome das pessoas e das instituições do Estado”, declarou uma das fontes.

De acordo com o INH, já foram feitas averiguações às reivindicações apresentadas. O apuramento concluiu que existem muitos estrangeiros interessados no perímetro da Centralidade do Kilamba.


“Prometem somas avultadas de dinheiro e, para isso, tentam usar a força, falsificam documentos e contam com juízes parceiros em alguns tribunais para obter pareceres favoráveis. Tudo isto são técnicas dos invasores e, pelo tempo que estamos a trabalhar aqui, dominamos tudo isso”, referiu o instituto.

Sobre as acusações públicas, o INH afirma que o objetivo é desviar as atenções.


“No caso mais recente, preferiram acusar, como de costume, outras figuras para atingir os seus objetivos. Tentaram manchar gratuitamente a imagem de Sua Excelência o Ministro de Estado e Director do Gabinete do Presidente da República, do Dr. Silva Neto, do INH, do Administrador Municipal do Kilamba, Dr. Arlindo Francisco Vieira dos Santos, e de outros investidores de construção civil devidamente credenciados, acusando-os de invasão. Os falsos camponeses fazem isso para se apropriarem de espaço público. A fiscalização do município vai continuar a trabalhar para evitar estas desordens”, sustentou.

O INH esclarece ainda que as informações veiculadas por alguns ativistas e pelos próprios ocupantes não correspondem à verdade.

“Alguns aparecem com ferimentos supostamente provocados para acusar os órgãos do Estado que protegem o património público e privado”, acrescentou.

O INSTITUTO NACIONAL DE HABITAÇÃO GARANTE TOLERÂNCIA ZERO.


“Não haverá espaço para invasores, nem para quem luta para permanecer na ilegalidade”, concluiu a fonte.

Já o Grupo IJ Lisboa, desafiou os cidadãos que usaram as redes sociais para manchar o bom nome da empresa e do PCA, no sentido de exibirem um áudio onde constam as palavras escritas nos textos tornados público. Por outro lado, desconfia que possa haver a mão de concorrentes para reduzir a sua espansão, o que entendem que não poderá acontecer.


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