O homem trouxe de volta a corrupção nas estradas de Angola

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MANUEL HOMEM
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A chegada do Ministro Manuel Homem no Ministério do Interior, causou um pesadelo no seio do motoristas que circulam pelo país onde, os supostos reguladores de trânsitos, além de se multiplicar os controlos, se tornaram auténticos pedintes.


POR ISIDRO KANGANDJO

Durante a viagem que se efectuou nas três províncias do país como Benguela, Uíge e Huambo, foi possível assistir os reguladores de trânsitos a ignorar as documentações e solicitar o famoso saldo e almoço, porque, segundo contam, muitos são destacados longe das comunidades, mas sem condições alimentar.

Os automobilistas alegam que, seis meses depois de Manuel Homem tomado posse, começaram a registar o aumento de postos policiais que, ao invés de manter a ordem nas estradas tornaram-se um incómodo e, para compensar os custos, foram obrigados aumentar dois mil a cada cliente.

“De Luanda a Huambo, quando o senhor Laborinho era Ministro, a cabeça pagava 11 mil Kwanzas e de Luanda a Benguela custava 10 mil Kwanzas. Hoje, os carros pequenos cobram 13 mil Kwanzas para o Huambo e 12 mil Kwanzas para Benguela. O valor que acrescentamos serve mesmo para pagar os polícias que não querem saber de nenhum documento e também não aceitam 500 Kwanzas”, revelou um motorista identificado pelo nome de Sargento.

Os automobilistas solicitam o órgão fiscal do Ministério do Interior, no sentido de inspecionar os seus quadros que, segundo contam, saem com bolsos cheios no final do dia.


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